O período de 1450 a 1650 ficou conhecido na história como o apogeu italiano. Momento único de expansão cultural, política e econômica, esse apogeu duradouro reverberou por todo o mundo ocidental, influenciando as artes, os sistemas de governo e as estruturas das sociedades da época. Foi durante esses dois séculos que a Itália tomou a dianteira em três dos grandes movimentos da história da arte: o Renascimento, o Maneirismo e o Barroco. Em O modelo italiano, Fernand Braudel investiga os movimentos interiores dessa expansão, as condições sociais que a propiciaram e seus reflexos na história da Itália e do mundo. A partir de um método rigoroso e original, ele relaciona, dentro da complexidade política das sociedades italianas e da lógica própria da enorme expansão capitalista que ali se deu, as matizes desse processo, a fim de entender como surgem, se propagam e se extinguem os grandes momentos da história da arte. Este livro faz parte da coleção que conta com os títulos Academias de arte, de Nikolaus Pevsner; Padrões de intenção, de Michael Baxandall; A pintura da vida moderna, de T. J. Clark; Retrato e sociedade na arte italiana, de Enrico Castelnuovo.
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| Autor | Fernand Braudel |
| Editora | Companhia das Letras |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 248 |
| Ano de edição | 2007 |
| Número de edição | 1 |

