Se nosso tempo terminasse hoje, o que vivemos terá sido o bastante?
A morte é um fato dado, uma realidade inescapável, a que todos estamos sujeitos, mas sobre a qual evitamos refletir. Mesmo sempre presente nos noticiários, parece-nos uma ideia distante, algo para os outros, uma realidade incompatível com a nossa rotina em geral. De repente, quando menos se espera, ela surpreende, encerra sonhos, cala vozes e fecha o livro pela metade. Muitas vezes, não há tempo sequer de dizer palavras doces para a pessoa amada, pedir perdão ou terminar o último gole de café.
Carpe Finem retrata 24 horas de alguém que vivia como se seu tempo fosse infinito, que encarava a vida apenas como uma sequência de dias sem graça. A morte, até então, não passava de uma abstração intrigante, um pensamento incômodo que lhe despertava algum interesse filosófico, mas que não tinha nada a ver consigo. De repente, ao ser confrontado com o inevitável, ao se deparar com a iminência do fim, decide, com o tempo que lhe resta, reparar o que deixou de ser vivido.
Neste livro, são abordados temas como vida, morte, fé, razão, amor, amizade, e, sobretudo, a importância de experienciar a vida enquanto o presente ainda nos pertence, sem nos deixar ancorar no passado, e nem nos perder na ilusão do futuro.
| Código: |
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| Peso (kg): |
0,261 |
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| Espessura (cm): |
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| Autor |
Augustinho J. S. Mendonça |
| Editora |
Artêra Editorial |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura com Sobrecapa |
| Páginas |
161 |
| Ano de edição |
2025 |
| Número de edição |
1 |