A presente obra propõe uma leitura inovadora da poesia de Manoel de Barros a partir da formulação do Sistema Poético Primitivista, conceito ancorado na filosofia de Giambattista Vico e na ideia da poesia como linguagem originária. O autor investiga como tempo, espaço, memória e imaginação se entrelaçam na construção de um mundo simbiótico entre o homem e a natureza, especialmente no contexto do Pantanal, espaço recorrente na obra barriana. Tendo o Livro de pré-coisas como núcleo analítico, a figura de Bernardo da Mata – alter ego do poeta – é estudada como síntese poética dessa união radical com o mundo natural. O resultado é uma reflexão que ultrapassa os limites da crítica literária tradicional e oferece ao leitor uma perspectiva profunda sobre o poder da linguagem poética como forma de existência, memória e invenção. Trata-se de uma contribuição original ao campo dos estudos literários, especialmente no que tange às relações entre poesia, filosofia e natureza.
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| Autor | Paulo Sérgio Martins |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 133 |
| Ano de edição | 2025 |
| Número de edição | 1 |

