O criminalista Mandrake retorna em uma trama costurada por relatos do escritor Gustavo Flávio, um ávido e notório colecionador de mulheres. No entanto, essas mulheres aparecem mortas - assassinadas - assim que fotos de cada uma delas são recebidas em envelopes anônimos.Dois homens unidos por um mistério e uma atração irresistível por churchills e panatelas. O criminalista Mandrake, velho conhecido dos leitores de Rubem Fonseca, retorna nesta trama de isolamento, depravação e assassinatos costurada por relatos do escritor Gustavo Flávio, que já nos foi apresentado no romance Bufo & Spallanzani. Ex-comissário de polícia, Rubem Fonseca sabe que casos de homicídio são quebra-cabeças nos quais as peças mais importantes estão sempre faltando, e as disponíveis cumprem o papel de iludir e despistar. Exímio estrategista da palavra, o autor realiza suas tramas abusando do uso de referências e autorreferências, e consegue, de forma elaborada e prazerosa, tornar uma novela de estrutura detetivesca um verdadeiro ensaio sobre a arte do texto.Publicado originalmente em 1997, E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto, título tirado de versos de Álvares de Azevedo, é um dos melhores exemplos da singular combinação de crueza e erudição que marca a obra de uma das grandes vozes literárias de nosso tempo.
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| Altura (cm): | 20,80 |
| Largura (cm): | 13,50 |
| Espessura (cm): | 1,20 |
| Autor | Rubem Fonseca |
| Editora | Nova Fronteira |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 200 |
| Ano de edição | 2011 |
| Número de edição | 1 |

