Em "Helena", Machado de Assis mostra o melhor de seu estilo... romântico. Sim, este romance faz parte da primeira fase do escritor, a qual ele ainda está preso a estética vigente, o Romantismo, descrevendo de forma idealizada a heroína – um anjo na terra – e enaltecendo a moral e os bons costumes. Somente em alguns momentos vislumbramos o estilo que o tornaria célebre: na descrição dos personagens, como o doutor Matos e o doutor Camargo; no enfado de Estácio quando é obrigado a viajar com Eugênia para velar uma madrinha rica e moribunda – enxergamos laivos de Brás Cubas; até mesmo ambiguidade de Helena – triste e, num piscar de olhos, alegre – seria o gérmen de Capitu? Acabam aí as semelhanças. Helena é a filha ilegítima do conselheiro Vale, descoberta pela família – a irmã, dona Úrsula, e o filho, Estácio – na abertura do testamento quando da morte do conselheiro que a reconhece e, como último pedido, quer que ela viva com a família na chácara de Andaraí. Dona Úrsula aceita, mas de malgrado. Estácio fica feliz com a atitude do pai e por ganhar uma irmã. O amigo do conselheiro e futuro sogro de Estácio, doutor Camargo, fica muito desgostoso com a diminuição da herança. Helena chega e sua encantadora figura conquista a quase todos.No entanto, ela guarda um misterioso segredo que vai tumultuar a paz e a harmonia do lar.
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| Autor | Machado de Assis |
| Editora | Ciranda Cultural |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 160 |
| Ano de edição | 2013 |
| Número de edição | 1 |

