Neste estudo, o arquiteto e arqueólogo João Carlos Nara Júnior nos oferece uma abordagem polissêmica da arte sacra do Brasil Colonial. Passamos a conhecer em detalhe a matriz de Santa Rita de Cássia em suas dimensões setecentistas e nas especificidades de sua arte rococó. Trata-se de uma das igrejas mais antigas do Rio de Janeiro, em que foram batizados e sepultados tanto nobres e fazendeiros do recôncavo da Guanabara quanto milhares de africanos que desembarcavam e logo seguiam para as Minas Gerais. Através da sua decoração em talha de madeira, de suas pinturas e imagens, o autor explora os sentidos da reflexão arqueológica sobre as paisagens, a arte e as simbologia cristã colonial. Encravada no centro histórico da cidade, a igreja de Santa Rita tanto resiste como se impõe enquanto espaço material e imaterial de memórias, símbolos e consagrações. Flávio Gomes — Instituto de história, UFRJ
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| Peso (kg): | 0,200 |
| Altura (cm): | 21,00 |
| Largura (cm): | 14,80 |
| Espessura (cm): | 0,20 |
| Autor | João Carlos Nara Júnior |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 283 |
| Ano de edição | 2016 |
| Número de edição | 1 |

