A menina Pequenininha adora brincar de estátua. E adora mais ainda virar estátua sempre que ouve uma palavra novinha em folha. Movida pela poesia da primeira vez, fica imóvel, durinha na mesma posição, hipnotizada por aquele som recém-ouvido, inédito e recheado de significado. Não demora muito para que essa mania da garota se transforme num jeito diferente, poético, de encarar as descobertas da vida. A poesia da primeira vez chega às livrarias como obra infantil que nada deixa a dever à melhor literatura feita para gente grande. Neste novo livro, Stella Maris retrata o olhar poético de sua Pequenininha como fonte de eterno maravilhamento. Com respeito à inteligência das crianças, não abre mão de sua prosa liricamente elaborada, não didatiza o texto nem adoça a trama. Fala da vida como ela é, sem subestimar a capacidade de discernimento de seu público. Assim como faz em seus livros para jovens, a autora não escreve em nenhum momento olhando de cima para baixo. Em A poesia da primeira vez, ela captura a atenção das crianças valendo-se de uma dicção toda própria, que prescinde de gírias ou expressões infantilizadas para se fazer compreender. O resultado é uma obra cuja atmosfera de estranha beleza, acentuada pelas ilustrações de Laurent Cardon, deixa a criançada em transe, imobilizada com o livro nas mãos... como numa brincadeira de estátua.
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| Peso (kg): | 0,240 |
| Altura (cm): | 26,60 |
| Largura (cm): | 20,20 |
| Espessura (cm): | 0,30 |
| Autor | Stella Maris Rezende |
| Editora | Globinho |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 32 |
| Ano de edição | 2014 |
| Número de edição | 1 |

