O direito à Educação no Campo: superando as desigualdades parte do processo histórico de mudança do paradigma da educação rural para a educação do campo, passando pela discussão sobre as públicas para a população residente no meio rural, fundamentados na Pedagogia Radical e na tese da política de valorização da voz dos estudantes para chegar, enfim, ao direito à educação no campo. O autor denuncia o status quo que configurou o estereótipo do meio rural como o lugar do atraso, e consequentemente, o homem do campo é visto como rude, sem prestígio. A superação desse estado de coisas requer organização e luta, forjando-se na metodologia e na matriz tecnológica dos movimentos sociais do campo, bem como reconhecendo que na maioria dos municípios brasileiros não é praticada a educação do/no campo; o que há é o processo de escolarização aos moldes da escola rural, com exceção das escolas famílias agrícolas, escolas de assentamentos, experiências de educação contextualizada, educação indígena, escolas da floresta e outras experiências que levam a sério os princípios da educação do campo, o trabalho como princípio educativo e o coletivo de educadores.
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| Autor | José Carlos Sena Evangelista |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 115 |
| Ano de edição | 2017 |
| Número de edição | 1 |

