André Bazin nos mostra como ver, ouvir, sentir, compreender filmes e escrever sobre eles. Lições de coisas e de estilo. Ensina que filmes não falam disto ou daquilo, nem abordam este ou aquele tema. Filmes se fazem com: sobreimpressões, panorâmicas, reflexos em vitrinas, o barulho de uma descarga sanitária, posições de corpos no espaço, músicas, profundidades de campo, as peculiaridades dos sotaques das pessoas, reenquadramentos para a esquerda e para a direita, luzes e sombras. Os recursos da cozinha e do gosto cinematográficos. No cinema, a realidade é aquilo em que acreditamos, e não o que de fato é, ou foi, crença criada por regras do jogo (do discurso) articuladas como sistema internamente referido e supostamente coerente, propostas implicitamente pelo filme e inferidas pelo espectador. Devemos sempre falar de efeitos de realidade, em vez de reprodução do real. Para Bazin, Jean Renoir descobriu, reinventou, estendeu e exemplificou as muitas possibilidades do realismo no cinema, para que este fosse fiel à sua vocação. O filho de Auguste Renoir se afirmou como homem do futuro, que nenhum progresso técnico incomodou, e foi um dos mestres do realismo cinematográfico. Ronaldo Noronha
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| Autor | André Bazin |
| Editora | Autêntica |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 224 |
| Ano de edição | 2016 |
| Número de edição | 1 |

