Entre a palavra da ciência e a palavra de senso comum há diferenças, mas qual a função de cada uma, e como a escola medeia a relação entre o mundo da vida e o mundo da ciência? Como as crianças elaboram e constroem suas significações no espaço escolar e no mundo? O objetivo deste livro é investigar e compreender os processos de significação nas relações de ensino e aprendizagem de ciências, considerando as seguintes categorias: a significação de si; a elaboração conceitual dos termos científico-escolares; os estudos dos processos de significação; e os usos/apropriação da linguagem com um grupo de alunos de uma escola pública. A análise dos dados foi feita com base na análise microgenética e à luz das contribuições da perspectiva histórico-cultural. Assim, discute-se o fato de que os saberes escolares são sistematizados "pelo professor" e apropriados "pelos alunos" num processo dialético e muito peculiar de mediação pedagógica. Essa mediação ocorre por meio de signos, instrumentos externos (recursos didáticos) e, principalmente, pela orientação/convivência/significação do outro.
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| Autor | Luciana Prado Dumont |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 147 |
| Ano de edição | 2019 |
| Número de edição | 1 |

